sexta-feira, 25 de junho de 2010

E SE MARYLIN FOSSE MESMO UMA LOUCA VARRIDA?



Entre uma leitura e outra acabei me deparando com um livro sobre a história real do romance entre JFK e Marylin Monroe. O livro "Marylin e JFK" do autor francês Françoi Forestier é um balde de água fria em todo nosso ideal glamouroso da vida hollywoodiana.

Bom, até aqui sem mistérios, todo mundo sabe que o cinema é uma fábrica de contar mentiras de uma forma verossímel. O que ninguém sabia, e eu aposto que ninguém sabia, é que Marylin era uma mulher suja que não tomava banho, não se lavava, não escovava os dentes e fazia sexo com todo mundo. Todo mundo entenda-se: o piscineiro, o leiteiro, o marido da empregada, o contra-regra, o encanador...

Se a história que o autor conta for real (ele alega ter consultado fontes do FBI), então podemos visualizar uma Marylin maluca, que ficou internada em camisa de força, drogada e mal cheirosa. O autor garante que ela dormia rodeada de restos de comida e que seu cachorrinho fazia as necessidades em cima de sua cama.

Frank Sinatra e Clark Cable a rejeitaram porque não aguentaram o cheiro ruim da diva.

Verdade ou não, esta história acabou com minhas fantasias sobre o mito da mulher mais linda e desejada do mundo.

Jamais pensei que diria isso um dia, mas lá vai: Entre Marylin Monroe e eu, sou mais eu!

1 comentários:

Tarcísio França disse...

E se a mentira hollywoodiana nisso tudo for o que esse autor escreve? Quantos livros foram escritos sobre o glamour de Maryllin? Porque escrever mais um? Acho que ele tentou recontar Marylin do único jeito que sobrou, mas isso nao quer dizer que seja verdade.