domingo, 27 de junho de 2010

CONTANDO HISTÓRIAS



O escritor vive duas vidas paralelas que se cruzam a todo instante. No momento em que começamos a escrever uma história, somos imediatamente transportados para mundos distantes, cheio de novidades e excitação. Os personagens começam a surgir aos poucos, de uma forma tímida, como que para não assustar-nos. A cada dia que passa passamos a conhecê-los melhor, sua essência e motivação.

Estou no meio de um processo de criação. Escrevo uma história que jamais pensei que pudesse existir em algum recanto profundo da minha imaginação. Comecei aos poucos, como se ouvisse um sussurro. Primeiro apareceu um personagem, depois um lugar e, pouco a pouco, fui sendo sequestrada por seres fantásticos.

Todo escritor diz que não tem o controle sobre o futuro das histórias que inventa. Parece discurso de gente maluca, mas é a pura verdade. O mais difícil é escrever o primeiro capítulo. Isso feito, todo o resto sai das nossas mãos. Perdemos o controle absoluto sobre o curso do destino de nossos personagens.

Assim como o leitor, também fico apreensiva querendo descobrir o que acontecerá nos próximos capítulos.

E eles vão se desenrolando de forma alheia. E todo o mais perde um pouco da graça. Às vezes me pego sonhando com os lugares que descrevo como se houvesse a possibilidade de algum dia poder visitá-los. Pura loucura! Penso na história enquanto trabalho, enquanto cozinho, no momento em que durmo e logo após quando acordo.

Escrever é uma atividade compulsiva e satisfatória em igual medida.

O escritor é um viajante do tempo, um amante dos sonhos e um amigo da ficção. A única coisa que realmente importa é a satisfação em contar uma boa história. Um livro é um portal aberto para as mais extraordinárias aventuras. E o leitor, por meio da leitura, se tornará um explorador fantástico que com o tempo se tornará mais vulnerável e melhor conhecedor de todas as nuances de nossos humanos corações.

sábado, 26 de junho de 2010

SEM ROTEIRO




Sábado é meu dia de repouso absoluto. Recuso-me a fazer qualquer coisa que não me dê algum prazer. Quem me conhece sabe que eu tenho duas grandes paixões: os livros e os filmes. É por meio deles que encontro respaldo para os meus sonhos mais grandiosos.

Pois o filme de hoje foi "Nine" de Robert Marshal. Se você ainda não viu, desligue o computador e corra agora mesmo à locadora mais próxima! O filme é simplesmente extraordinário!

"Nine" é um retrato fiel da personalidade de Federico Felline. Li a biografia de Felline aos dezenove anos e nunca consegui esquecer. A biografia foi escrita pelo próprio cineasta que foi extremamente honesto e revelou as maiores contradições que testemunhava em sua alma.

O filme mostra um Felline perturbado pelo fato de não conseguir escrever uma única linha dos roteiros para os filmes que produzia. A inspiração simplesmente não vinha. E ele se corroía ao constatar sua completa incapacidade de passar seus sentimentos para o papel.

Na biografia Felline conta que, na maioria das vezes, ia para o estúdio sem saber o que fazer com os atores, figurinistas, contra-regras e toda a equipe de produção que aguardava por seu comando no set de filmagem.

Ele pedia que o motorista desse uma volta com ele pelo bairro e, olhando a vida das pessoas em seu dia-a-dia mais comum, encontrava ideias para explorar em seus filmes.

As atrizes estão esplendorosas em "Nine". Sophia Loren, Nicole Kidman, Penelope Cruz, Jude Dench, Kate Hudson e outras, dão um verdadeiro show de dança e interpretação. Todos os elementos do cinema italiano estão ali. É de tirar o fôlego.

Portanto, minha dica de hoje é esta. Assistam Nine!

EXTRAVAGÂNCIAS



"Não há extravagâncias quando o assunto é beleza."
Imelda Marcos


Sou completamente apaixonada por ouro e pedras preciosas. Não tenho o menor pudor de confessar que, se eu fosse rica, gastaria meu dinheiro em todas as grandes joalherias do mundo. Não ligo para carros, roupas de luxo, hotel cinco estrelas, grifes internacionais, mas a tal da joia... Ah! Essa me faz sonhar!

Hoje assisti a uma entrevista da Imelda Marcos (sim, a mulher que possui mais sapatos do que a Cláudia Raia), na CNN e passei a tarde refletindo sobre as coisas que ela disse.

Como primeira dama de um país pobre como as Filipinas, todos esperam que ela abra mão de todo tipo de luxo em consideração à pobreza da população. Mas ela não vai fazer isso. Nunca fez. Imelda Marcos é uma mulher que gosta de tudo o que é belo. Gosta de jardins floridos, joias cintilantes, construções palacianas e tudo o que só muito dinheiro pode comprar.

A repórter fez de tudo para que ela se sentisse culpada pelo luxo que ostenta. Perguntou a Primeira Dama se ela não achava uma extravagância gastar tanto dinheiro com sapatos e pedras preciosas. A resposta? Bem a resposta foi desconsertante pela honestidade: "Não há extravagância quando o assunto é beleza. Se algo é belo, qualquer dinheiro vale a pena."

Corajosa a Imelda. Conheço alguns estrangeiros e eles sempre acham que é uma vergonha ver tanta pobreza no nosso país. Eu também acho. Somos uma nação enorme vivendo em um território riquíssimo, mas sob o controle de governos corruptos.

Ok, é importante e bonito ter consciência social. Mas meu lado feminino se encanta diante das lojas de ouro expostas nas ruas de Dubai. Supérfluo? Talvez seja. Mas o fato é que é lindo de morrer!

Não é porque somos um país com problemas que não podemos sonhar com as coisas mais bonitas criadas pelas mãos dos homens. O trabalho de ourivesaria também é arte. Aqueles colares maravilhosos são feitos artesanalmente por artistas habilidosos e super talentosos.

Pode parecer frivolidade, mas acho que o preço alto de um anel de esmeraldas é tão justo quanto o preço de um prato elaborado pelo maior chef do mundo ou quanto uma viagem na primeira classe.

Não é porque não tenho dinheiro sobrando para gastar com estes luxos que devo desprezá-los.

Peço perdão aos comunistas, socialistas e aos simpatizantes da miséria. Mas não vou carregar sentimento de culpa por ver minha alma sorrir diante de um extravagante brinco de rubis.

Sou consciente, sou artista, poeta, brasileira e política, mas acima de tudo, sou mulher.

sexta-feira, 25 de junho de 2010

E SE MARYLIN FOSSE MESMO UMA LOUCA VARRIDA?



Entre uma leitura e outra acabei me deparando com um livro sobre a história real do romance entre JFK e Marylin Monroe. O livro "Marylin e JFK" do autor francês Françoi Forestier é um balde de água fria em todo nosso ideal glamouroso da vida hollywoodiana.

Bom, até aqui sem mistérios, todo mundo sabe que o cinema é uma fábrica de contar mentiras de uma forma verossímel. O que ninguém sabia, e eu aposto que ninguém sabia, é que Marylin era uma mulher suja que não tomava banho, não se lavava, não escovava os dentes e fazia sexo com todo mundo. Todo mundo entenda-se: o piscineiro, o leiteiro, o marido da empregada, o contra-regra, o encanador...

Se a história que o autor conta for real (ele alega ter consultado fontes do FBI), então podemos visualizar uma Marylin maluca, que ficou internada em camisa de força, drogada e mal cheirosa. O autor garante que ela dormia rodeada de restos de comida e que seu cachorrinho fazia as necessidades em cima de sua cama.

Frank Sinatra e Clark Cable a rejeitaram porque não aguentaram o cheiro ruim da diva.

Verdade ou não, esta história acabou com minhas fantasias sobre o mito da mulher mais linda e desejada do mundo.

Jamais pensei que diria isso um dia, mas lá vai: Entre Marylin Monroe e eu, sou mais eu!

AI AI...QUE SITUAÇÃO!




É aquela velha história de sempre: sorrir quando está infeliz, cumprimentar pessoas que odiamos (educação é tudo), trabalhar quando precisamos descansar, acordar quando o ideal seria dormir, contar umas mentiras socialmente admitidas, morrer de preguiça e disfarçar, e por aí vai.

Sem falar naquela chatice de controlar o peso, ter que dar parabéns a todos os aniversariantes do mês (e é bom não esquecer, vai se magoar quando alguém não lembrar do seu), vestir-se de modo adequado, ocultar uns deslizes vergonhosos, falar bem na frente e mal por trás.

Às vezes dá vontade mesmo é de passar uns tempos lá na China. Não entendo uma palavra daquele idioma infeliz. Podem me xingar na minha cara, falar mal das minhas roupas e dos meus costumes, ofender meu país de origem e mais tudo o que quiserem. Isso é que é liberdade, não?

Mas o mais legal de estar na China é a liberdade total da vingança. Vou retribuir na mesma moeda. A ideia de ir para a China é poder passar uns tempos dizendo tudo, absolutamente tudo o que tenho vontade e não posso dizer no Brasil. E que se cuidem os chineses! Os coitados vão pagar caro pelos meus anos de silêncio comportado.

ESQUISITICES




Qual a diferença entre a vida de uma pessoa comum e a vida de um artista? Fizeram-me esta pergunta ontem. Pedi um dia para pensar. Poderia ter dado várias respostas, mas a todas faltaria um pedaço se eu não tirasse um tempo para refletir sobre isso.

É fácil identificar a diferença comparando nossas vidas às dos artistas mais famosos, das celebridades por assim dizer. Mas apenas a fama não define o artista. Van Gogh morreu no anonimato sem jamais ter vendido uma obra. Modigliani morreu na pobreza. E há ainda tantos outros que não conhecemos, mas que definitivamente são artistas.

Na Wikipédia encontramos a seguinte definição para o termo:

"O ser que faz arte é definido como o artista. O artista faz arte segundo seus sentimentos, suas vontades, seu conhecimento, suas ideias, sua criatividade e sua imaginação, o que deixa claro que cada obra de arte é uma forma de interpretação da vida. Arte é um fenômeno cultural. Regras absolutas sobre arte não sobrevivem ao tempo".

Eu, como escritora, poeta e romancista, considero-me artista, pois crio arte através de minha imaginação. Mas o que me define como tal? Quer saber qual o resultado polêmico de minha auto-análise? Acho que o que diferencia o artista das pessoas comuns é o gosto por coisas esquisitas!

Eu adoro uma esquisitice! Tudo aquilo que é tabu, que choca a sociedade, que não se enquadra, que não se molda, que transgride e coloca os sentidos em apuros, me atrai. Uma cor berrante, um casal diferente, um quadro de Dalí, o mar pintado de vermelho e o céu de verde. Estas coisas que só podem ter vida no mundo imaginário chamam minha atenção.

Sigo escrevendo porque nos meus textos pode entrar tudo. Posso voltar no tempo, viajar no lombo de um camelo alado, mergulhar numa piscina de chocolate e correr no teto. A vida pode ser vista do avesso através das palavras.

Então é isso. Mais uma definição para o que é o artista: artista é aquele que gosta de esquisitices!

domingo, 20 de junho de 2010

NO PAÍS DAS MARAVILHAS




Este mês estou enfrentando um desafio inédito em minha vida: escrever um livro infantil. Como poeta, transformo rapidamente em verso minhas alegrias e sofrimentos de uma maneira bastante pessoal e direta. É fácil fazer poesia, da mesma forma que é fácil levar a vida. Algumas circunstâncias ruins são inevitáveis, mas se nos lembrarmos de que o sol nascerá no dia seguinte e uma nova oportunidade sempre nos será dada, fica mais fácil viver.

Mas escrever uma obra inteirinha de ficção é outra coisa. Fiquei apreensiva no início pensando que não daria conta. Porém, para minha surpresa, minha imaginação saiu voando mais rápido do que eu e acabou me transportando para lugares fantásticos.

Ainda não posso revelar nada sobre a história que escrevo no momento, mas posso compartilhar aqui uma descoberta incrível que fiz durante este processo. A ficção é apenas um nome que damos para nossas fantasias mais reais.

Meus personagens, de certa forma, são aspectos de mim mesma. Tenho a impressão de que estou revelando muito mais nesta história do que jamais revelei nos meus poemas.

É claro que alguns personagens são realmente frutos da minha imaginação. Mas seus discursos e princípios são baseados nos meus próprios princípios e crenças num nível mais profundo.

Outro fator interessante sobre o processo de se inventar uma história é perceber que a certa altura da trama, você perde o controle sobre o rumo de seus personagens. Enviei os primeiros capítulos para pessoas mais próximas a mim avaliarem. Elas me ligaram e disseram: - Queremos saber o final!

Tive que confessar que eu também estava ávida para ver o final, pois eu realmente não tenho mais muito controle sobre isso. Algumas vezes, quando estou a caminho do trabalho pela manhã, vejo a história se desenrolando em minha mente como se eu fosse apenas uma espectadora.

A única coisa que posso garantir é que estou muito entusiasmada com esta nova atividade em minha vida.

Perdi a vontade de sair à noite, não sinto vontade de estar com ninguém, mas com meus personagens que criam mais vida e afinidade a cada dia. Tudo o que me interessa no momento é conhecer o final de minha própria história!

Na verdade, a vida do escritor é uma loucura extremamente deliciosa!


sábado, 12 de junho de 2010

EU GOSTO MESMO É DA MINHA LIBERDADE




Ok, sei que tenho um discurso polêmico que nem sempre agrada a todos. Desconfio das instituições sacramentadas, não gosto de padres, não rezo para santo, detesto salada, não faço esporte, tenho horror a palavra cruzada e sou fã de Almodóvar.

Estes dias estava conversando com um colega de trabalho e ele disse: "se você publicasse um livro salvaria muita gente do suicídio. Esta sua forma prática de enxergar a vida pode ajudar pessoas".

Quinta-feira fui à livraria e saí com uma sacola de livros, como faço a cada quinze dias. Parei diante das prateleiras e mergulhei num sem fim de possibilidades. Um autor catalão, uma biografia de James Joyce, um livro de conto de fadas, outro sobre as cruzadas religiosas, a vida de Marlyn Monroe, um pouco de filosofia hindu, poemas de Pablo Neruda e alguns desenhos de Miró.

Coloquei tudo dentro do mesmo saco e comecei a pensar na vida ali mesmo dentro da loja. Estive em Santos semana passada visitando parentes e amigos. Pensei nas minhas amigas. As que se casaram estão agora cheia de filhos e perderam o controle do tempo. As que ainda não casaram passam o dia pensando no futuro marido achando que uma aliança no dedo pode ser a salvação.

Os meninos mudaram radicalmente. Cadê meus amigos rebeldes, cheio de vida e de estilo? Metade parou de fumar com medo da morte. A outra metade trabalha de noite e de dia para pagar as contas da sua nova monotonia.

Um deles está no terceiro casamento e não consegue entender porque está quase enfartando de tédio. O outro não consegue casar com ninguém e está frustradíssimo porque não consegue montar a própria família.

O que mais me intrigou nestes encontros foi a absoluta ausência de sonhos mais altos. Nenhum dos meus amigos sonha em conhecer a Turquia, fumar narguilé no Marrocos ou ouvir valsa em algum recanto da Áustria. Ninguém deseja mergulhar no mar vermelho, conhecer o harém de algum rei indiano, comprar pedras preciosas a um preço mais baixo, dançar nu no escuro ou viajar de trem para a Pensilvânia.

Sei lá, vai ver o problema seja mesmo meu. Mas quando passo o olho no balcão da livraria minha alma sai do corpo. Aí começo a sonhar com lugares distantes, com a vida de gente que fez algo diferente, com novas cores e outros mundos.

É complicado. Mas no fundo, lá no fundo eu gosto mesmo é de ser livre. Sinto uma ponta de orgulho por ter a coragem de viver uma vida incomum.

Pode ser que esta necessidade de conhecer tudo venha a se exaurir um dia e aí eu mude meu rumo e encontre até um marido. Mas por enquanto o que eu quero mesmo é seguir sonhando. Com muita ilusão na bagagem e um desejo enorme de viver muitas vidas.

terça-feira, 8 de junho de 2010

TIRE-ME DAQUI



Tire-me daqui.
Não quero mais ver seu rosto comum,
não suporto mais ouvir suas histórias,
vou acabar escalando seu portão.

Deixe-me ir.
Quero ver o que há além do seu horizonte,
me perder em outras ruas,
desmatar seu jardim azul.

Liberte-me.
Deixe-me andar sozinha pelo mundo,
encontrar novos caminhos,
me queimar.

Solte-me.
Não tente me amarrar,
não me encaixe em sonho formal,
não me coloque limites,
não me venha com nãos.

Tire-me daqui.
Não quero mais ver seu rosto comum,
não suporto mais ouvir suas histórias,
vou acabar escalando seu portão.

REVISITANDO SANTOS




Sou santista nascida e criada na terra do café e do Pelé. Deixei Santos há seis anos e vim morar em Guarapari no Espírito Santo. Estou adaptada ao clima do ES, tenho amigos aqui, um trabalho que adoro, projetos pessoais e uma vida tranquila. Mas Santos é a cidade do coração, meu berço, a cidade onde encontro meus familiares, os becos conhecidos, os amigos mais antigos, meu DNA.

Esta semana estive em Santos para visitar meu pai. Ele teve um problema sério de saúde e viajei para estar ao lado dele. O foco principal desta viagem foi a saúde de meu pai. Passei todas as tardes da última semana num quarto de hospital torcendo por sua rápida recuperação.

Mas houve intervalos, e nestes intervalos pude estar com meus amigos. E fiquei feliz de reencontrá-los e saber que estão todos bem.

O momento alto desta viagem foi a presença da Diana, minha agente literária, que veio de Santo André para estar comigo. Obrigada pelo carinho, Diana. O livro infantil já está no forno!

Também pude reencontrar uma amiga querida dos tempos de adolescência, Tatiana Barbour. A última vez que nos vimos estávamos com 13 anos de idade. É, o tempo passou, mas o carinho continua intacto. Amei te ver, Tatiana.

Adorei ver a bonequinha da Glauce, hoje com 10 meses. E me encantei também com a Mayara, filha da Beth, um bebê lindo de 3 meses. Crianças que carreguei no colo e que em breve serão adultas.

Thiago, também gostei de vê-lo. Mila, Marquinhos, Gian, Cisa. Amigos queridos que tornam minha vida mais rica.

Gostaria também de agradecer com carinho especial aos meus familiares. Tia Renata, Uncle John, Renatinha, Tarso e Dani. Tia Renata, obrigada pela hospedagem. Eu realmente me sinto em casa na sua casa!

Santos está fervilhando. A cidade está bem cuidada, limpa e enriquecendo por causa do pré-sal. A Petrobrás está de olho e os construtores investindo alto. É bom ver minha cidade em expansão.

Foi uma semana mágica, mas já estou de volta ao meu cotidiano em Guarapari. Muito trabalho, mas também muita saudade dos amigos que tenho aqui.

A vida é assim. Vamos criando laços por onde passamos, fazendo amigos, compartilhando histórias e sonhos, vivendo intensamente cada momento em cada lugar.

Obrigada Santos por ter me acolhido tão bem. Agora sei que ainda sou sua filha.